terça-feira, 1 de maio de 2007 3 comentários

Dos trenzinhos da alegria para a High Society

Sábado agora que passou fui para o show do Skank, muito proveitoso por sinal. Mas enquanto o show não começava e o silêncio imperava entre eu e meus dois amigos, fiquei pensando um pouco no passado... Tá! É mentira, eu pensei bastante, até demais, porém, o que eu mais pensei e já até me peguei pensando muitas vezes é sobre a evolução de nossas pessoas em termos de sair. Como assim? Quando somos crianças fofas e indefesas e queremos nos divertir, nossos pais, tios, irmão mais velhos nos levam em parques que tem trenzinhos da alegria, cinemas para ver o último lançamento do desenho da Disney, entre outras coisas.
Depois de certo tempo, começamos a querer sair sem depender muito da companhia dos adultos, o começo de tudo acho que é o shopping. Eu lembro muito bem quando eu tinha uns 11, 12 anos os comentários de uma amiga minha a respeito de outra: - Nossa fulana já foi 3 semanas seguidas para o shopping. Huhuhu Sim, ir ao shopping duas semanas seguidas era o auge, três então, era ganhar status social hahaha meio exagerado, mas para nós valia muito. No meio tempo, também tinhas as festas de aniversários, anteriormente temáticas de desenhos, super heróis, bonequinhas, agora, sem temas infantis e com um novo destaque, festa com DJ é tudo! Mais uma vez dou umas risadas aqui comigo (hahaha). Outra cena que me recordo, é uma amiga minha querendo superar a festa de uma outra que tinha acontecido um mês antes, com salinha pro DJ e tudo, pena que a festa da minha amiga não bombou tanto como queríamos, por pequenos detalhes, mas foi muito divertida. Cada coisa que a gente se preocupa hein?!
Depois nos é permitido ir aos shows. O primeiro show que eu fui foi um de Funk, do Bonde do tigrão, com pré show do Sapão. Pra quem me conhece bem deve está rolando de rir, sim, meu passado é negro hahaha, mas aqui entra a verdadeira desculpa que fui porque minha melhor amiga me chamou e comprou o ingresso (Eu e meus amigos). Verdade verdadeira, porque eu não curtia (e continuo não curtindo pra ficar claro) funk, e na época tava maior auge (um dos motivos que não gosto, tudo exagerado demais não rola). Depois disso, acho que foi o show do Skank que eu fui, que realmente valeu a pena. Ai ai os show, eu acho que não fui a tantos assim, mas a maioria que eu fui, eu gostei muito, outras histórias virão em próximos posts.
Quase esqueci de falar, que um ano aí era moda ir para as matinês. Dizem alguns que no começo era bom, mas depois todo mundo começou a ir e começou a lotar demais e foi perdendo a graça. Nunca fui a uma, e nem fazia questão.
Depois dessa época de shows, matinês, você começa a ganhar mais idade, e começa a freqüentar lugares mais “cool”, barzinhos ou lugares com títulos que contenham café, nomes em outras línguas, de preferência em inglês, cacofonias, entre outras esquisitices, mas que no final até que são lugares bacaninhas. Daí, é um passo para ir para as Boates da High Society, se você tiver 18 anos, ou ao menos aparentar que tem.
Interessante como vamos crescendo, e vamos descobrindo novas coisas, ganhando novas preferências. Confesso que o show de sábado deu maior nostalgia dos velhos tempos, éramos engraçados e acho que ainda continuamos sendo. Viva a nossa evolução, ou pelo ao menos Viva ao nosso desenvolvimento!

P.S. Os fatos no texto, foram fatos que vivi, ou vi acontecendo e são comuns ao meu redor, porque existem pessoas que também vão a inferninhos... opa.... ambientes familiares de forró, mas nunca tive esse (des)prazer.
P.S.2 Nossa.... como eu penso demais... aliás, futuro tema para desenvolver: como pensamos em tanta coisa em um curto prazo.


Hey...
Viva também ao Skank, que mesmo sendo o terceiro show deles que eu vou, continuam não me decepcionando!
sábado, 21 de abril de 2007 0 comentários

Boneco do 24 Horas



Alguém me dar o boneco do Jack bauer? =D
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Disque M para matar

Essa deve ser a terceira vez que fico doente em dois meses. A primeira vez foi um resfriado, a segunda, parecia ser virose, mas era dengue e agora essa semana finalmente a famosa virose, e o que me deixa mais chateada com isso? Todo mundo me diz para ir ao médico.
Não tenho nada contra eles, e nada contra em me curarem, o negócio é o processo pelo qual passo para ser atendida por um deles. Eu não sou nem rica para pedir uma visita exclusiva em casa, aproveitar o conforto da minha cama quentinha enquanto sou medicada. Não. O que acontece é que eu tenho que ir no pronto socorro do hospital que tenho plano (menos mal para mim ser particular, se fosse pública aí que odiaria mais ter que ir ao médico), então eu tenho que esperar um ano ser atendida, porque não só sou eu que fiquei doente, mas outras pessoas também.
A vez que eu percebia a demora foi quando minha avó tava doente e eu tive que ficar esperando ela e o meu pai na sala de espera, vendo um filme de terror, sem contar o detalhe que na época eu estava atravessando tempos nebulosos, a segunda vez tive que acompanhar essa minha avó porque meu pai teve que ir trabalhar e finalmente vi, que a demora até não se devia tanto ao atendimento, mas porque minha avó tinha que fazer altos exames e esperar que eles ficassem prontos para voltar para o médico, o que demorava umas 1 hora para ficar pronto. A terceira vez foi como paciente, para confirmar minha dengue, foi terrível. Eu tava cansada e tive que ficar lá sentadinha esperando o médico, quando ele viu, concordou que era dengue e para confirmar tinha que fazer um exame de sangue (lá vem demora de uma hora) e para passar a dor de cabeça, passou remédio, aliás, eu não sabia, era injetada. Nunca tive problema com injeção, o negócio é que eu tinha que enfrentar duas, tanto do remédio, como do exame.
Depois dessas duas, a espera. Eu me informo e dizem para onde o resultado é levado. Passa-se uma hora e nada do exame, nesse meio tempo, meu pai sai, e minha avó que fica lá comigo. Uns amigos passaram lá para me vê, pois eu liguei para eles dizendo que tava mal, e depois de 1 e 20 meu pai volta e vai atrás do resultado. Mandaram ele até o local que eu fiz o exame, aí então ele volta com o resultado e eu me mordendo de raiva pela palhaçada. Mais uma demorazinha para ser atendida pelo médico, que passa uns remédios e até mesmo para voltar lá e fazer outro exame de sangue para medir a taxa não sei do que. Sorte é a minha que ela esquece de dá o papel do exame, e meu pai já em casa fala que eu não preciso ir lá, ao menos que eu passe mal. Depois de duas horas saio de lá, totalmente estressada, pela demora, pela espera. Outra coisa, é que ir para hospital não é nada agradável, eu via alguns pacientes com entrada para injeções, eu só faltava passar mal, eu não admito as pessoas andarem com uma agulha presa ao corpo.
Meus queridos, é um saco ir ao médico, e na próxima vez que você me mandar ir ver um, pelo ao menos faça o favor de me acompanhar nessa jornada, porque fácil é falar, difícil é ir acompanhar lá. Mas antes de falarem que eu sou negligente com a saúde, eu sempre digo para a pessoa ir ver o médico caso o que ela tenha piore, ou não esteja melhorando, porque eu sei que com saúde não se brinca e quando eu ficar realmente doente, eu vou lá com o médico, mesmo que tenha que enfrentar toda a maratona, mas dessa vez vou dá um jeito de arrastar alguém comigo para tornar a espera mais suportável.
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Novelas do real ou da ficção?

O que uma pessoa como eu, preguiçosa e que estuda apenas a noite faz para passar o tempo? Bem, como eu me comprometi em diminuir o valor da conta de telefone, não rola ligar muito nem entrar na internet; o que me resta é ficar vendo TV. O negócio é que ou eu vou enjoando da programação ou eu me vicio em algum programa. A segunda opção é a minha resposta. E sabe em que eu me viciei? Malhação! Eu sei! Eu estou muito grandinha para me viciar em um programa como esse, que aliás, tem a mesma fórmula a mais de 10 anos, sendo a única diferença é que antes se passava em uma academia e a gora em um colégio. Mas como eu estou sem nada aparentemente importante para fazer, eu resolvi acompanhar fielmente a novelinha e aproveitar as suas inúmeras histórias.
Uma vez alguém escreveu se questionando o porquê de sermos viciados em novelas se nossas vidas já têm histórias suficientes e é claro, muito mais interessantes para acompanhar. O negócio é que na vida da ficção, o final feliz sempre acontece. Um personagem que eu observo da malhação é a Cecília, das três amigas protagonistas, é a que tem mais baixa auto estima e é apaixonada pelo melhor amigo que a vê como mãe. Terrível não?! Mas tudo mundo sabe, que até final do ano ela vai ficar com ele, sua vida vai melhorar e nunca mais a veremos choramingando pelos cantos do Múltipla Escolha. Assistir novela nos dá prazer porque de uma forma ou outra sabemos que o personagem que tanto sofreu vai ter seu sonhado final feliz, porque alguém tem que ser feliz, e se não for eu, ao menos o personagem o seja.
Sonhamos, rimos e muitas vezes até choramos junto com eles (o que não é muito meu caso), mas nos preocupamos, sem perceber, que na verdade eles são um pouco os reflexos de nossas próprias vidas. Somos viciados em novelas porque queremos ser felizes, queremos um grande amor para vida inteira, ter um bom emprego que nos dê uma boa grana, que nossos pais sejam compreensíveis e gentis, e torcemos para não encontrar Nazarés, Bias Falcão ou agora Olavos.
Amo novelas, pena que eu não tenho muito tempo para elas, porque elas passam quando eu estou na faculdade, então me sobra ver Malhação e acompanhar Alta Estação da Record (me viciei nas férias e agora gravo para vê depois =x). Esta segunda tem histórias muito parecidas com a primeira, com a diferença é que é um bando de universitários, e a história ser um mix de um monte de série que aparecem ou apareciam na TV a cabo.
Escrevo outro dia sobre as séries, o que fica agora é a minha torcida pela Cecília que fique logo com o Edu e esqueça o Mateus, bem que Malhação podia ser diferente esse ano e que o Caio e a Renata de Alta Estação permaneçam juntos.
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textos

eu disse que iria procurar postar mais, pois então, vou fazer de vez em quando alguns textos e colocá-los aqui. Eu fiz dois, no pensamento eles ficariam melhor, mas com o tempo eu pego a manha hehehe.
valeu
segunda-feira, 9 de abril de 2007 0 comentários
táaa
vou tentar postar mais vezes aqui
depois de passar essa semana horrível
ok?!
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007 0 comentários

Harry Potter and the Deathly Hallows

O site oficial da escritora J.K. Rowling acaba de revelar a data para Harry Potter and the Deathly Hallows, o sétimo e último livro do bruxo: sai no dia 21 de julho (um sábado) nos países de língua inglesa. Na Inglaterra, a editora Bloomsbury revelou que o preço será de 17.99 libras. Para os ingleses haverá ainda uma edição especial com um brinde (que não foi divulgado). A Scholastic, editora americana, anunciou que o novo volume sairá por 34.99. Também será lançada uma edição especial nos EUA pelo preço de US$ 65.
Tanto a vesão americana quanto a inglesa vão estar nas lojas a partir da 0h do dia 21 de julho, ou seja, lá vem mais fila de fãs por aí.


*fonte: www.heroi.com.br

Como diria a Karlinha:
- Um grito pelo Lançamento mundial!!! \o/

já to vendo que eu vou ter que lutar contra tudo e todos pra não ficar sabendo de nada antes de eu ler o livro traduzido =/// pois é provável que lancem aqui só no final do ano.
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007 0 comentários

Heitor sambando



Aí é um amigo meu mostrando seus dotes na dança hahaha!!!
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007 0 comentários

Garotas que dizem NI



Querem me da um presente legal? Me dêem o livro delas. Ficarei muito grata!
Por enquanto tenho que aguentar as reprises da MTV... e ter vontade pra ler dois livros que ganhei . =]
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007 0 comentários

Feliz Ano Novo!


Hoje é o primeiro dia de 2007.

Que seja um ano repleto de alegrias, felicidades, saúde, paz, amor, sucesso... ou seja, tudo de bom. Metas tentarão ao máximo ser alcançadas, promessas cumpridas e sonhos realizados.


Feliz 2007!
 
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